Review de Palworld#
Inicio essa review dizendo que estou completamente viciado nesse jogo, e em construir bases cada vez maiores e mais colossais, mas vamos por partes.
Estilo Gráfico e Mundo Aberto#
Eu sou muito fã de jogos estilizados, principalmente esse estilo anime/cartoon, que não tenta ser realista. E esse jogo, assim como Zelda Breath of the Wild e Genshin Impact, combina isso com aquele recurso maravilhoso onde você consegue ver lá no horizonte as outras regiões do mapa, e seu objetivo final, a árvore do mundo, fica a vista de qualquer região do mapa, o que te instiga a explorar minuciosamente todas as partes do mapa, em busca de segredos, itens importantes e locais para construir suas bases (vou dar um foco nessa parte mais pra baixo).
Como eu disse, o estilo artístico do jogo é lindo, e combina muito bem com os Pokemons Pals, monstrinhos muito fofos que tem capacidades incríveis - que vão desde lutar com habilidades, serem escravisados para produzir recursos, serem triturados para produzir recursos, serem mortos pra droparem recursos, e não menos importante, PORTAR UMA FUCKING BAZUKA pra derrotar seus inimigos (e assim te ajudar a conseguir recursos). Sim, recursos, o seu maior inimigo nesse jogo, mas isso fica pra depois. Cada Pal tem um estilo único (ou quase) que faz colecionar esses bichos uma das tarefas mais divertidas desse jogo.
O Elemento Construção de Bases#
Eu sempre fui viciado em jogos de sobrevivência e construção de bases (visto minhas quase 100 horas de Surviving Mars), então obviamente com esse jogo não ia ser diferente, atualmente estou com 3 bases, e aumentei a quantidade de Pals por base por uma questão de logística (15 Pals não dão conta nunca), e como podem ver nas minhas screenshots acima, eu diria que eu estou fazendo um bom trabalho em tornar minhas bases o mais colossais e espaçosas quanto possível. Eu vejo muita gente focando bastante em eficiência, construindo bases compactas e etc. mas isso não combina comigo, e esse jogo merece ganhar uma atenção especial nesse sentido, visto que existem uma caralhada de estilos e decorações possíveis pra se construir.
O único problema é que eu foco tanto na construção de bases que eu acabo não focando tanto em upar níveis, apesar de isso vir naturalmente com o tanto que eu exploro esse mapa caçando alguns Pals mais eficientes pra usar (tipo o desgraçado do Mimog, que é um dos melhores transportadores, mas quase impossível de encontrar por pura força de vontade). Pra fins de esclarecimentos, eu estou no nível 68, com ~110 horas de jogo, e não tô nem perto de finalizar, porque eu quero aproveitar ao máximo a experiência.
Os Recursos#
Essa é a parte mais estressante no início, mas que com o tempo vira um elemento bem gratificante (é muito bom abrir seu baú e ver um número exorbitante de recursos, que acabam num piscar de olhos se você der mole), eles vão desde pedra até núcleos de energia de civilizações antigas e núcleos de IA, o que de fato traz uma curva de desenvolvimento bem acentuada, no meu caso, ainda não cheguei nesses recursos mais avançados, mas tenho bastante matérias-primas que vão me ajudar a chegar lá no futuro.
A melhor parte é que os recursos estão muito bem integrados com o sistema de evolução do jogo, você pode usá-los tanto pra construir suas bases, melhorar seu maquinário ou vender pra ganhar uma nota, e pra conseguir esses recursos, você vai precisar de mais recursos, escravos Pals mais produtivos, e máquinas melhores, tornando isso um ciclo vicioso. Também é possível usar o velho truque de colocar um peso no teclado em alguma madeireira ou mineração, e deixar o PC farmando enquanto você faz algo de mais útil, como se alimentar, o que eu às vezes me esqueço de fazer enquanto jogo.
Os Pals#
Os Pals são o centro do jogo, sem eles não dá pra fazer nada, desde batalhas, coleta de recursos e produção, tudo é feito com base neles. Apesar de muitos dizerem que eles são cópias de Pokémon, não acredito que seja o caso, eles são monstrinhos bem únicos, e com usos bem diferentes (no dia que um jogo de Pokémon colocar eles pra usar uma AK-47 a gente pode ter essa conversa), e além disso eles não falam o próprio nome, o que já é uma grande diferença no meu ponto de vista. Meu Pal favorito é o Jolthog Cryst, ele é meu main e atualmente ele sola qualquer um com nível abaixo de 60, é um porco espinho bem bonitinho o danado, e apesar de ser um Pal congelante, eu coloquei habilidades dracônicas e de fogo no infeliz, então ele é um monstro no quesito diversidade de ataques.
Além de ser possível capturar Pals, aqui você também tem uma opção bem... curiosa, capturar humanos (o que mesmo nesse mundo é considerado violação dos direitos humanos, mas quem liga? Eu só capturo os bandidos mesmo), e o melhor é que dá pra colocar eles trabalharem também, assim temos detentos bastante úteis em uma possível prisão de segurança máxima com o modo de trabalho extremo, violando todos os seus direitos (mas não falamos sobre isso). A única desvantagem é que esses merdinhas são extremamente preguiçosos, tem alguns malditos que só dormem o dia todo. Enfim, se forem construir algo desse tipo, evitem os olhos das autoridades 😉
A História#
Bom, não vou dar spoilers, então vamos apenas dizer que você naufragou em um isekai onde pode capturar monstros usando esferas e tem o objetivo primordial de alcançar a árvore do mundo, e no trajeto vai ter que conquistar algumas torres.
Em resumo#
Palworld é um jogo muito divertido e que vai te render algumas boas horas de diversão, e se você for fã de gêneros como RPG e Construção de Bases, então essas algumas horas podem ser cerca de 500. Eu recomendo muito esse jogo, tanto que obriguei meu amigo a comprar pra gente jogar junto, o que de fato torna a experiência um tanto mais divertida, além de acelerar um pouco o progresso.
A conclusão é: Pegar os Pals é bom demais, são belos pals com designs, tarefas e habilidades únicas. Venha pegar nos Pals você também. (Sério, esse nome até parece proposital)
Data: 17/08/2026
























